MiSCapu
27 de fevereiro de 2026

Além da queda de cabelo, alguns pacientes podem ter sensação de queimação e coceira nas áreas lisas e arredondadas afetadas pela doença. Além disso podem haver alterações nas unhas, no relevo da superfície, com aspecto de furinhos.
O tratamento pode variar de acordo com vários fatores. Entre eles a idade do paciente, extensão das lesões, rapidez de aparecimento das lesões, entre outros. Os tratamentos não acabam com a alopecia areata, mas estimulam o folículo a produzir cabelo novamente. Por isso, precisam continuar até que a doença desapareça com uso de medicações tópicas (cremes, géis, loções capilares) até substâncias injetáveis, dependendo da gravidade do caso.
O fundamental é consultar o dermatologista assim que notar a primeira falha. Bem como seguir orientações médicas e jamais tentar tratamentos não recomendados.