MiSCapu
3 de março de 2026

É o tipo mais comum de câncer de pele, correspondendo a 70% dos casos, e o menos agressivo. Desse modo, costuma apresentar um crescimento lento e dificilmente invade outros tecidos ou se espalha para outros locais do corpo (chamado de metástase). Ocorre, principalmente, em áreas expostas ao sol.
Seus principais sintomas são um nódulo perolado ou ferida que não cicatriza, assim como sangramento com facilidade. Mesmo após a cura, é importante que o paciente faça acompanhamento com seu dermatologista. Já que as chances de adquirir outro câncer são altas.
Segundo tipo mais comum de câncer de pele, o Carcinoma Espinocelular representa 20% dos casos. É mais agressivo, de crescimento rápido, com possibilidade de atingir outros órgãos. Surge com frequência em áreas expostas ao sol, mas também pode aparecer nos lábios e genitais. Além disso, a doença é mais comum em homens a partir dos 50/60 anos.
Os principais sintomas são mancha ou ferida que não cicatriza, consistência endurecida e sinais de dano solar em volta. O tratamento, geralmente, é cirúrgico e com mais chances de cura se realizado precocemente.
Embora tenha menor incidência do que os outros tipos, é um dos tumores mais perigosos, com capacidade para invadir outros órgãos e se espalhar pelo corpo rapidamente. Pode surgir em partes do corpo como, por exemplo, pele, olhos, orelhas, genitais, palmas e plantas.
Pacientes de pele, cabelos e olhos claros têm maior risco de desenvolver Melanoma. No entanto, mesmo que raramente, pode surgir também em pessoas de pele negra.
Seus principais sintomas são pinta acastanhada ou enegrecida que mudou de cor, formato ou tamanho; surgimento de nova mancha ou pinta; ou manifestações como coceira, sangramento e não cicatrização da área.
O diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento bem-sucedido. Quando há história familiar de casos de melanoma é importante um acompanhamento com mapeamento corporal com dermatoscopia e exame regular por um dermatologista.
Se tratado no início, o Melanoma, mais superficial, pode ser retirado mais facilmente por cirurgia. Entretanto, em estágios mais avançados, a lesão fica mais profunda e espessa, exigindo, por vezes, cirurgias maiores e terapias complementares.